E AÍ, GAROTX?

O que você vai ser quando crescer?

Quando esta pergunta é feita para uma criança, mais num tom de especulação e brincadeira, as respostas não são levadas tão a sério. Ouvem-se as mais variadas respostas e, em geral, acha-se engraçado. Ou por influência da carreira do pai, ou da TV (séries, desenhos, novelas etc.), as crianças, em seus mundos mágicos, sonham em ser alguma coisa quando crescer.

No entanto, quando chega o Ensino Médio, as respostas começam a conter um teor bem mais sério. No terceiro ano então, aí é que o “bicho pega”. Na hora de escolher a Universidade e o curso, é inegável que a escolha vai gerar certa ansiedade e incerteza. Não é para menos; a escolha da carreira, provavelmente, irá impactar no resto da vida de uma pessoa. Não tenho dados estatísticos a respeito, mas é menos comum alguém abandonar o curso e voltar a prestar vestibular para entrar em um outro curso. Portanto, acertando ou não, muitos acabam “tolerando” a profissão para o resto da vida. É muito tempo para fazer algo de que não se goste!!!!!

Assim, é muito importante acertar na escolha; é fundamental tomar algumas medidas com relação aos testes vocacionais, porém, isto não garante o acerto. Até por estarmos em constantes mudanças, podemos muito bem adorar uma profissão hoje e não gostar mais daqui a pouco. Ou “achar” que gosta muito de alguma profissão, mas na hora de fazer o curso perceber que ele não é bem aquilo que você imaginava. No entanto, é preciso coragem para mudanças caso não se identifique com a carreira escolhida, pois passar boa parte do tempo fazendo algo que não se gosta deve ser muito ruim; além do que, em geral, vai fazer mal e ser um péssimo trabalhador.

Durante muito tempo em que fui professor de cursinho preparatório para vestibular, ao ser questionado pelos alunos sobre este tema, minha resposta sempre foi a mesma (e ainda continuo tendo a mesma opinião): “se você gosta MUITO MUITO de alguma área, seja qual for, mesmo que não tenha um apelo grande de empregabilidade e salário, FAÇA E VÁ SER FELIZ. Porém, se não tem muito clara sua escolha, se gosta de muitas áreas (como no meu caso), procure fazer um curso de “boa aceitação” de mercado; cursos com boa empregabilidade, por exemplo”.

Procure ouvir familiares, amigos, professores e especialistas vocacionais, porém, não esqueça que a decisão final deve ser sua! Pressão familiar, Empregabilidade, Salário, entre outras questões pesam muito na escolha, mas será você que irá conviver com a escolha para o resto da vida.

UMA BOA ESCOLHA E SEJA UM BOM PROFISSIONAL!

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Autor: 🔬Prof. Dr. Daltamir Maia, docente na área de Química no IFSP e autor de livros didáticos.

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Sugestões: veja mais sobre o assunto pela visão de uma vestibulanda em nosso texto O QUE EU QUERO SER?

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